08/04/2021 às 09h33min - Atualizada em 08/04/2021 às 09h33min

Vigilância Sanitária apresenta balanço após um ano de fiscalização da Covid-19

P.M.I.
Divulgação
A Covid-19 trouxe a necessidade dos órgãos públicos implantaram restrições legais e medidas orientativas de enfrentamento à pandemia. Desde março de 2020 diversos decretos e portarias foram regulamentados para cumprimento por parte dos estabelecimentos e sociedade civil. 

Em Indaial, a Vigilância Sanitária é o órgão responsável por verificar se as medidas são seguidas conforme as leis. Após um ano de pandemia, a Secretaria de Saúde divulga um balanço das ações de fiscalização realizadas com relação, por exemplo, ao limite de ocupação, horário de funcionamento e regras de higiene nos estabelecimentos; permanência de pessoas em locais proibidos e aglomerações. 

De março de 2020 a março de 2021 foram fiscalizados 1.920 chamados, entre vistorias e atendimentos a denúncias. 

No ano anterior, de março a dezembro, a Vigilância realizou 1.306 vistorias, atendeu 125 denúncias, instaurou 17 processos administrativos sanitários e fez quatro interdições em estabelecimentos.

Já em 2021, de janeiro a março, foram efetuadas 423 vistorias, vistoriadas 66 serviços ou atividades com denúncias, realizados 10 processos administrativos e interditados sete estabelecimentos. Desse total, somente em março deste ano o setor fez 262 vistorias e atendeu 31 denúncias.

Das reclamações as maiores incidências são sobre aglomerações em supermercados e afins, ausência de uso contínuo de máscaras nas atividades comerciais e industriais e falta de higienização nos ambientes quando alguém testa positivo para Covid.

As interdições de estabelecimentos ocorrem quando a Vigilância já orientou os proprietários anteriormente e ainda assim persiste o descumprimento da norma ou também quando é constatado um risco iminente, como, por exemplo, festas clandestinas.

“O aumento de interdições reflete o crescimento proporcional ao recebimento de denúncias. Temos como padrão nas fiscalizações orientar, porém, muitas vezes, as reclamações são reincidentes. Nesses casos tomamos as medidas administrativas cabíveis”, explica o coordenador da Vigilância, Rogério Brassiani.

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